Alex Newman conta como palavras atravessam romances de amor e ficção científica

Manuscrito aberto, carta e dois livros de gêneros diferentes sobre uma escrivaninha ao entardecer.

Em entrevista publicada em 1º de novembro pela Winn Publications, Alex Newman falou sobre a trajetória entre artigos de conservação, poemas e romances de gêneros diferentes. A primeira publicação em livro ocorreu em 1994, numa pequena edição de uma aventura romântica.

Newman descreve MANGO como suspense romântico sobre amor, perda, identidade e uma segunda chance. Já a série The Consent Chronicles usa a ficção científica para explorar memória, liberdade e o direito de escolher. Mesmo em outros tempos e mundos, diz Newman, as histórias retornam a questões que atravessam a vida contemporânea.

A decisão de escrever também nasceu de uma experiência íntima. Newman conta que, quando uma namorada estava morrendo de câncer, tentou colocar em palavras o que ainda desejava dizer. A experiência mostrou como a literatura podia carregar sentimentos que nem sempre encontram expressão numa conversa.

A entrevista reúne memória pessoal e escolhas de gênero: escrever romance para falar do presente e imaginar futuros para discutir liberdade e responsabilidade. Newman afirma que as histórias podem ajudar leitores a perceber caminhos que ainda não haviam considerado.

Fonte: Winn Publications — entrevista com Alex Newman — 1º de novembro de 2026.

Ilustração criada com inteligência artificial.



 Em entrevista publicada em 1º de novembro pela Winn Publications, Alex Newman falou sobre a trajetória entre artigos de conservação, poemas e romances de gêneros diferentes. A primeira publicação em livro ocorreu em 1994, numa pequena edição de uma aventura romântica.


Newman descreve MANGO como suspense romântico sobre amor, perda, identidade e uma segunda chance. Já a série The Consent Chronicles usa a ficção científica para explorar memória, liberdade e o direito de escolher. Mesmo em outros tempos e mundos, diz Newman, as histórias retornam a questões que atravessam a vida contemporânea.


A decisão de escrever também nasceu de uma experiência íntima. Newman conta que, quando uma namorada estava morrendo de câncer, tentou colocar em palavras o que ainda desejava dizer. A experiência mostrou como a literatura podia carregar sentimentos que nem sempre encontram expressão numa conversa.


A entrevista reúne memória pessoal e escolhas de gênero: escrever romance para falar do presente e imaginar futuros para discutir liberdade e responsabilidade. Newman afirma que as histórias podem ajudar leitores a perceber caminhos que ainda não haviam considerado.

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