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GPT-6.1 Sol lidera atualização de benchmark de escrita avaliado por IA

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A atualização de 1º de novembro do AI Writing Benchmark colocou o GPT-6.1 Sol, com raciocínio high, na liderança geral de escrita em inglês, com 95,4 pontos. Na sequência aparecem Claude Opus 5.5, em adaptive high, com 94,1, e Kimi K3.1 Pro, em high, com 91,4. Criado por Johannes Eva, o projeto informa 115 modelos comparados e 126.116 veredictos automatizados publicados. A pontuação resulta de duelos entre respostas anônimas e de um modelo estatístico Bradley–Terry regularizado. Não representa percentual de acertos: 50 pontos indicam chance estimada de vencer metade das comparações contra o modelo médio do recorte. As tarefas incluem ficção e narrativa, diálogo e roteiro, textos explicativos e outros gêneros. O placar geral reúne categorias; escolher apenas ficção muda o recorte. A classificação apresentada não comprova domínio de tom, estilo literário ou escrita em português. Os votos humanos têm classificação separada e cobertura limitada. Os próprios modelos atuam como juízes em par...

John Scalzi explica como uma pequena cidade de Ohio entrou em seu romance

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John Scalzi explicou à NPR como a experiência de viver em Ohio participou da criação de Monsters of Ohio. A entrevista com Ayesha Rascoe, publicada em 1º de novembro, relaciona a cidade fictícia de Richland às dificuldades econômicas e aos vínculos comunitários observados pelo escritor. Morador de Bradford desde 2001, Scalzi disse que queria dar atenção literária à vida nas pequenas cidades do Meio-Oeste americano. Desemprego, incerteza e relações entre vizinhos entram no romance como elementos que movem a história. Escrito entre o fim de 2025 e o início de 2026, o livro também incorpora experiências de amigos que perderam empregos no governo federal. A tensão cotidiana ganha uma expressão fantástica: pessoas e animais se transformam em criaturas monstruosas. Ao comentar o blog Whatever, mantido desde 1998, o autor associou sua escrita de opinião ao trabalho anterior como colunista de jornal. Para Scalzi, o romance e o blog atendem a formas diferentes de expressão; a esperança deposita...

R. L. Maizes relata como seis meses de revisão mudaram seu romance

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Em entrevista publicada em 1º de novembro pelo Compulsive Reader, R. L. Maizes explicou como uma revisão de cerca de seis meses transformou A Complete Fiction. Segundo a autora, o romance havia passado 18 meses em busca de editora; depois da reescrita, foi adquirido em duas semanas. Maizes percebeu que satirizava o meio literário e a cultura do cancelamento, mas tratava as redes sociais de maneira convencional. Criou então a plataforma fictícia Crave, condensou cenas e reforçou o humor. O trabalho alcançou os dois pontos de vista da narrativa. PJ parecia excessivamente vilanesca nos primeiros rascunhos, enquanto George precisava tomar mais decisões. A escritora buscou construir personagens que despertassem interesse mesmo quando o leitor discordasse deles. Para modificar a percepção de PJ, acrescentou particularidades e desenvolveu sua amizade com Marissa. O relato, feito à entrevistadora Jennifer Bannan, mostra como ajustes de tom, relações e iniciativa dos personagens participaram da...

Sophia Hannan transforma vídeos de fantasmas em escolhas narrativas

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Sophia Hannan relatou como vídeos de caça a fantasmas ajudaram a formar a premissa de We Were Never Here: investigadores da internet precisariam roubar uma pintura assombrada. A entrevista foi publicada em 1º de novembro pelo jornal estudantil The Varsity. Durante a elaboração do romance, a escritora Trang Thanh Tran sugeriu que os quadros roubados fossem substituídos por reproduções. Dessa necessidade prática nasceu uma característica de Circe: a personagem passou a ser artista, aproximando o roubo da discussão sobre imagem e identidade. Outra escolha envolve adiar a chegada à casa assombrada. Segundo Hannan, a ausência do lugar na primeira metade da narrativa permite ampliar sua presença na imaginação dos personagens, enquanto os fantasmas os acompanham fora dali. A autora também descreve a internet como espaço de aprendizado e pesquisa, mas associa a exposição nas redes a uma sensação de vigilância. Em seu relato, construção de enredo e reflexão sobre identidade queer surgem ligadas...

Biblioteca de Los Angeles reúne livros e arquivos no centenário da morte de Houdini

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Uma seleção de livros e arquivos de jornais publicada pela Biblioteca Pública de Los Angeles em 31 de outubro propõe revisitar Harry Houdini no centenário de sua morte. Assinado por Karie Bible e Cybele Garcia Kohel, o material reúne caminhos de leitura para adultos e crianças. A curadoria inclui biografias, narrativas em quadrinhos e obras sobre a relação do ilusionista com o espiritismo. Entre os títulos estão The Life and Afterlife of Harry Houdini, After Houdini e Before Houdini, acompanhados de links para o catálogo ou o empréstimo digital da instituição. Ao contextualizar a seleção, as autoras retomam a divergência pública entre Houdini e Arthur Conan Doyle sobre sessões espíritas. Também indicam os arquivos eletrônicos de jornais da biblioteca para quem quiser pesquisar registros da época. O percurso relaciona a memória de um artista à variedade de gêneros que sua trajetória inspirou. A novidade divulgada no sábado é esse conjunto de indicações e acessos ao acervo; a página não ...

Governo gaúcho detalha R$ 1,15 milhão de apoio à Feira do Livro de Porto Alegre

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A 72ª Feira do Livro de Porto Alegre conta com R$ 1.154.475,06 de apoio articulado pela Secretaria da Cultura do Rio Grande do Sul. Em comunicado de 31 de outubro, o governo estadual detalhou a composição dos recursos destinados ao evento, que segue até 15 de novembro. Desse total, R$ 1 milhão corresponde a um projeto da Câmara Rio-Grandense do Livro aprovado em edital e captado junto a empresas patrocinadoras por meio da Lei de Incentivo à Cultura. Outros R$ 154.475,06 vieram de emenda parlamentar recebida pela secretaria via Ministério da Cultura, para divulgação em escolas e apoio aos espaços culturais utilizados. A participação da pasta inclui estande e atividades gratuitas. Entre elas estão o Desafio Literário do Instituto Estadual do Livro, o encontro de bibliotecas públicas e comunitárias e a entrega do Prêmio Minuano de Literatura. No balanço divulgado, a diretora do Departamento do Livro, Leitura e Literatura, Ana Maria de Souza, informou que o Prêmio Minuano recebeu 440 obras...

Amittej relata passagem dos roteiros a um livro sobre escolhas profissionais

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A experiência de escrever roteiros curtos em hindi antecedeu o trabalho de Amittej em Who Is Perfect? No One Is Perfect. Na entrevista publicada pelo The Literature Times em 31 de outubro, o autor contou como suas próprias dúvidas profissionais acompanharam a criação de um guia de carreiras organizado de A a Z. O projeto surgiu após o contato com uma referência a um guia de profissões em um vídeo de Dhruv Rathee, segundo seu relato. Amittej disse ter escolhido desenvolver um livro que permitisse conhecer o cotidiano de diferentes trabalhos e as dificuldades enfrentadas por quem os exerce. Durante a conversa, lembrou que começou a produzir pequenos roteiros aos 13 ou 14 anos. Depois buscou informações sobre a formatação de textos para televisão e cinema e ingressou em uma formação de escrita criativa em inglês. A pandemia interrompeu sua concentração nesse percurso, afirmou. Ao abordar a escolha de carreira, o entrevistado recomendou considerar os desafios de uma ocupação, além da remun...

Hardik Shekhar explica como organizou 21 cartas entre memória e autoconhecimento

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Organizar cartas como etapas de um percurso emocional foi a escolha de Hardik Shekhar para Dear You, Dear Me. Em entrevista publicada pelo The Literature Times em 31 de outubro, o escritor descreveu a elaboração das 21 peças sobre afeto, perda, lembranças e amadurecimento. Escrever para outra pessoa permitiu abordar relações e palavras que ficaram por dizer. Já as cartas dirigidas a si mesmo abriram espaço para examinar erros, expectativas e incertezas. Segundo Shekhar, essas duas perspectivas se aproximaram durante a construção do livro. Para dar unidade ao conjunto, ele procurou fazer as cartas dialogarem entre passado, presente e futuro. O objetivo declarado era evitar que parecessem pensamentos isolados. Também afirmou ter preservado perguntas sem resposta e sentimentos sem resolução, deixando espaço para as experiências dos leitores. Na escolha da linguagem, o autor relata ter buscado simplicidade e evitado explicar toda emoção. Seu interesse pela língua de sinais indiana ampliou ...

Grok terá marcação invisível nos textos da API a partir de 7 de novembro

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Textos gerados por modelos compatíveis do Grok passarão a receber uma marcação invisível por padrão na API a partir de 7 de novembro. A documentação atualizada em 31 de outubro descreve uma identificação estatística aplicada durante a escolha dos tokens, sem acrescentar caracteres ou trechos ocultos à resposta. Segundo a fabricante, o mecanismo abrangerá respostas comuns, saídas estruturadas e argumentos de chamadas de ferramentas. A lista inclui Grok 4.7, 4.6, 4.5, 4.3 e variantes 4.20. Integrações poderão consultar o cabeçalho x-watermark para verificar se uma resposta foi gerada com a marcação. A detecção poderá classificar um texto como marcado, não marcado ou incerto; amostras mais longas oferecem sinal mais forte. O acesso à API de detecção depende de solicitação. Assim, a existência do recurso não significa que qualquer leitor consiga reconhecer visualmente um texto produzido pelo modelo. Administradores poderão configurar a marcação por modelo para toda a equipe, observadas as ...

Residência de escrita da Casa de Cultura Mario Quintana terá sarau na Feira do Livro

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Participantes da Ocupação Literária 2026 compartilharão textos e experiências de criação em um sarau gratuito na Feira do Livro de Porto Alegre. A Casa de Cultura Mario Quintana anunciou a atividade em 29 de outubro, por meio da Secretaria da Cultura do Rio Grande do Sul. O encontro está marcado para 6 de novembro, às 16h30, no Auditório Alfredo Augusto Escobar Santos, no segundo andar do Clube do Comércio. Integram o grupo deste ano Cátia Castilho Simon, Diego Lock Farina, Manuela Ramalho, Marcelo Miranda, mariam pessah, Marina Solé Pagot, Paulo Roberto Farias e Pedro Cassel. Com mediação de Fred Linardi, eles participarão ao lado dos integrantes da edição de 2025. Segundo a organização, o público poderá acompanhar leituras de trabalhos desenvolvidos na residência e conversar sobre as inquietações e os processos de escrita dos participantes. A proposta dá continuidade à segunda edição do projeto coletivo, apoiado pela Biblioteca Pública do Estado, pelo Instituto Estadual do Livro e pe...