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Mostrando postagens com o rótulo ficção

Alex Newman conta como palavras atravessam romances de amor e ficção científica

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Em entrevista publicada em 1º de novembro pela Winn Publications, Alex Newman falou sobre a trajetória entre artigos de conservação, poemas e romances de gêneros diferentes. A primeira publicação em livro ocorreu em 1994, numa pequena edição de uma aventura romântica. Newman descreve MANGO como suspense romântico sobre amor, perda, identidade e uma segunda chance. Já a série The Consent Chronicles usa a ficção científica para explorar memória, liberdade e o direito de escolher. Mesmo em outros tempos e mundos, diz Newman, as histórias retornam a questões que atravessam a vida contemporânea. A decisão de escrever também nasceu de uma experiência íntima. Newman conta que, quando uma namorada estava morrendo de câncer, tentou colocar em palavras o que ainda desejava dizer. A experiência mostrou como a literatura podia carregar sentimentos que nem sempre encontram expressão numa conversa. A entrevista reúne memória pessoal e escolhas de gênero: escrever romance para falar do presente e ima...

Sophia Hannan transforma vídeos de fantasmas em escolhas narrativas

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Sophia Hannan relatou como vídeos de caça a fantasmas ajudaram a formar a premissa de We Were Never Here: investigadores da internet precisariam roubar uma pintura assombrada. A entrevista foi publicada em 1º de novembro pelo jornal estudantil The Varsity. Durante a elaboração do romance, a escritora Trang Thanh Tran sugeriu que os quadros roubados fossem substituídos por reproduções. Dessa necessidade prática nasceu uma característica de Circe: a personagem passou a ser artista, aproximando o roubo da discussão sobre imagem e identidade. Outra escolha envolve adiar a chegada à casa assombrada. Segundo Hannan, a ausência do lugar na primeira metade da narrativa permite ampliar sua presença na imaginação dos personagens, enquanto os fantasmas os acompanham fora dali. A autora também descreve a internet como espaço de aprendizado e pesquisa, mas associa a exposição nas redes a uma sensação de vigilância. Em seu relato, construção de enredo e reflexão sobre identidade queer surgem ligadas...